artigo recomendado


Lopez, Felix, & Almeida, Acir. (2017). Legisladores, captadores e assistencialistas: a representação política no nível local. Revista de Sociologia e Política, 25(62), 157-181.
O artigo analisa a representação política local, focando as percepções e práticas cotidianas dos vereadores. Em particular, analisam-se suas escolhas entre estratégias de representação clientelistas e universalistas. Utilizam-se dados originais de entrevistas abertas semiestruturadas com amostra não representativa de 112 vereadores de 12 municípios de Minas Gerais. Por meio de análise qualitativa, classificam-se os vereadores em três tipos, de acordo com sua principal estratégia de representação, a saber: “legislador”, que se dedica mais às funções formais da vereança; “captador”, que prioriza o atendimento de pedidos coletivos dos eleitores; “assistencialista”, que prioriza o atendimento de pedidos particulares. Os resultados sugerem que essas estratégias são qualitativamente distintas e que a probabilidade de ocorrência do tipo assistencialista é maior em municípios pequenos, crescente no acirramento da competição política e decrescente na volatilidade eleitoral.
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28 de abril de 2013

Colóquio - Elites em diferentes escalas: teoria e metodologia no estudo de grupos dirigentes

[Lothar Charoux.
Guache sobre papel] 












Curitiba, UFPR, 12 e 13 setembro de 2013
Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira
Inscrições: 2, 3 e 4 de setembro
contato: adriano@ufpr.br


PROGRAMAÇÃO

12/9/2013 - Elites econômicas
9h30min

Elite empresarial e elite econômica: o estudo dos empresários
Paulo Costa (UFPR-CNPq)

The Analysis of Social Interpretation Patterns – Introducing new methods in comparative research
Markus Pohlmann; Stefan Bär; Elizangela Valarini (Instituto de Sociologia Max Weber, Universidade de Heidelberg)

La elite económica argentina, 1810-1930
Roy Hora (Universidad de San Andrés)

Wagner Mancuso (USP Leste) – debatedor



12/9/2013 - Elites políticas
14h30min

Codificando profissões em estudos de elites políticas: uma discussão metodológica e tipológica
Adriano Codato/Lucas Massimo/Luiz Domingos Costa (UFPR-Facinter)

La fabrica de la institucion y la "nueva derecha" chilena (1967-2010)
Stéphanie Alenda (Universidad Andrés Bello-Santiago de Chile)

Federação e separação de poderes no estudo de elites políticas no Brasil
Fabiano Santos (IESP-UERJ)

André Borges (UnB) – debatedor



13/9/2013 - Elites estatais
9h30min

Sociología política de las elites estatales. Apuntes sobre su abordaje
Mariana Gené (Universidad de Buenos Aires-CONICET)

O conceito de Estado Desenvolvimentista e a burocracia econômica no Brasil e na Argentina (1930-1966)
Renato Perissinotto (UFPR-CNPq)

Por uma sociologia política das elites jurídicas: elementos teóricos para o estudo das elites estatais, sua ação política e seu campo de poder
Frederico Almeida (FGV-SP)

Flávio Heinz (PUC-RS) – debatedor



13/9/2013 - Elites partidárias
14h30min

A representação política por dentro: partidos e candidatos na formação de preferências
Bruno Bolognesi (UNILA)

Elites partidárias no Brasil: dados preliminares
Pedro Floriano Ribeiro (UFSCar)

Reglas electorales y dinámicas políticas en la selección de candidatos en Argentina. Cambios y continuidades en treinta años de democracia
Miguel de Luca (Universidad de Buenos Aires)

Oswaldo Amaral (Unicamp) – debatedor



13/9/2013 - Conferência de encerramento
18h00min

Luiz Carlos Bresser Pereira (FGV-SP)

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17 de abril de 2013

Elites e Espaços de Poder: Anpocs 2013

[Lygia Clark] 



10/04 a 25/04/2013
Período para submissão de resumos aos STs aprovados.


Ementa: O objetivo deste Seminário Temático é promover um debate em torno do tema dos grupos dirigentes e dos espaços de poder a partir da discussão de trabalhos com foco em diferentes grupos dominantes nas mais diversas esferas sociais: política, partidária, cultural, econômica, burocrática e estatal, científica, religiosa, profissional, entre outras. Serão contemplados enfoques teóricos variados e abordagens metodológicas diversas, com ênfase nos seguintes eixos: i) morfologia dos espaços sociais, princípios de hierarquização e mecanismos de recrutamento e seleção de grupos dirigentes; ii) transformações recentes no espaço do poder, conflitos entre elites e disputas pela afirmação e supremacia de novos grupos dirigentes; iii) reconversão de recursos, legitimação e estratégias de reprodução de elites;
iv) linguagens específicas e estruturas e estratégias de consagração de grupos de elite, disputas discursivas, ações performativas, rituais, visões de mundo e estilos de vida; v) discussão do rendimento de abordagens teórico-metodológicas na área e revisão de fontes e estratégias para o estudo empírico de grupos dirigentes.
Serão bem-vindas análises históricas e/ou que propiciem comparações nacionais e internacionais.

inscrições: http://www.anpocs.org/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=761%3Asubmissao-de-trabalhos-de-sts-e-spgs&catid=1135%3A37o-encontro-anual-da-anpocs&Itemid=429

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7 de abril de 2013

análise de políticas públicas (programa de curso) 2013

[Hermelindo Fiaminghi
MAC-USP] 


Código: PPU702/ Disciplina: ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS
ADRIANO CODATO (adriano@ufpr.br) e ALEXSANDRO EUGENIO PEREIRA (alexsep@uol.com.br)
Semestre/Ano: 1 / 2013 Tipo: Obrigatória
Carga Horária Total: 60 h. Segundas-feiras, 14hs. e 30min. – 18hs. 

EMENTA
O objetivo dessa disciplina é fornecer ao aluno contato com as principais perspectivas teóricas da Ciência Política para o estudo das políticas públicas: neomarxismo, neoinstitucionalismo, teoria da escolha racional, o debate pluralismo/neoelitismo, abordagens cognitivas. Pretende-se também analisar o desenvolvimento de políticas públicas setoriais em perspectiva comparada. 

Syllabus
O propósito fundamental deste curso é estudar as teorias sociais que estão na base das análises dos processos de tomadas de decisão e das caracterizações dos agentes (estatais e sociais) que participam desses processos.
É fundamental não assumir as teorias de análise sobre processos políticos (neomarxismo, neoelitismo, pluralismo, neoinstitucionalismo, neocorporativismo e abordagens cognitivas) como modelos completos de análise de políticas públicas. Assim, não é possível passar do nível excessivamente geral dessas teorias para o exame dos casos concretos que se pretende analisar sem a devida mediação de conceitos de médio alcance, sem acessar a literatura específica que discute processos decisórios de governo, sem lançar mão de estudos comparativos.
Para ilustrar essa passagem, haverá a cada aula a apresentação da pesquisa de um professor da casa. Esse professor falará do seu objeto de pesquisa, das suas questões teóricas e, principalmente, dos seus recursos e soluções metodológicos enfatizando a transição do nível da teoria geral para a análise concreta de casos empíricos. Isso permitirá que o estudante veja, na prática, a atualidade e a aplicação de modelos de estruturação teórica na pesquisa de políticas públicas.
Em função do público muito heterogêneo da pós-graduação, a cada sessão estão indicados dois ou mais textos obrigatórios. Um bastante fundamental; outro(s) de leitura mais avançada. 
  
PROGRAMA
ABRIL
08 (AULA DE APRESENTAÇÃO DO CURSO - ADRIANO/ALEX): A CIÊNCIA POLÍTICA E A ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
1.       LOWI, Theodore J. O Estado e a ciência política ou como nos convertemos naquilo que estudamos. BIB – Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, no. 38, p. 3-14, 1994. (http://bit.ly/YCrdt3) (em inglês aqui http://bit.ly/xgbC7N). (comentário)

ABRIL
15 (ADRIANO) NEOMARXISMO: O ESTADO CAPITALISTA
Referências obrigatórias:
2.       OFFE, Claus. Dominação de classe e sistema político: sobre a seletividade das instituições políticas. In: _____. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1982, p. 140-177. (comentário)
MILIBAND, Ralph. State Power and Class Interests. In: _____ Class Power and State Power. London: Verso/NLB, 1983, p. 63-78.
OFFE, Claus. The Capitalist State and the Problem of Policy Formation. In: Lindberg, Leon N. et al. (eds.). Stress and Contradictions in Modern Capitalism. Lexington: Lexington Books, 1975, p. 125-144.

Referências complementares:
BARROW, Clyde W. Critical theories of the State: Marxist, Neo-Marxist, Post-Marxist. Madison: The University of Wisconsin Press, 1993.
EVANS, Peter B. Embedded Autonomy: States and Industrial Transformation. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1995.
HIRSCH, Joachim. Teoria materialista do Estado. Rio de Janeiro: Revan, 2010.
PRZEWORSKY, Adam. Estado e economia no capitalismo. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1995.
THERBORN, Göran. ¿Como domina la clase dominante? Aparatos de Estado e poder estatal en el feudalismo, el capitalismo y el socialismo. 4ª. ed. México: Siglo XXI, 1989, Primera Parte, cap. 2: Respuestas (Provisonales) p. 49-148.

ABRIL
22 NÃO HAVERÁ AULA

ABRIL
29 (ADRIANO) NEOMARXISMO: OS AGENTES ESTATAIS
Referências obrigatórias:
3.       BLOCK, Fred. The Ruling Class Does Not Rule: Notes on the Marxist Theory of the State (chap. 3); e Beyond Relative Autonomy: State Managers as Historical Subjects (chap. 5). In: _____. Revising State Theory: Essays in Politics and Postindustrialism. Philadelphia, Temple University Press, 1987, p. 51-68; e p. 81-96. (comentário)
DOMHOFF, William G. The Ruling Class Does Rule: The State Autonomy Theory of Fred Block, and the Origins of the International Monetary Fund. In: _____. The Power Elite and the State: How Policy is Made in America. New York: Aldine de Gruyter, 1990, p. 153-186.
MILIBAND, Ralph. El Estado en la sociedad capitalista. 13ª. ed. México: Siglo Veintiuno, 1983, caps. 2 (Élites económicas y clase dominante), 3 (El sistema del Estado y la elite del Estado), 4 (El objetivo de los gobiernos y el papel que desempenan) e 5 (Servidores del Estado), p. 24-140.

Referências complementares:
BARROW, Clyde W. The Miliband-Poulantzas Debate: An Intellectual History. In Stanley Aronowitz and Peter Bratsis (eds.). Paradigm Lost: State Theory Reconsidered. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2002, p. 3-52.
BOURDIEU, Pierre. Espíritos de Estado. Gênese e estrutura do campo burocrático. In: _____. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus, 1996.

MAIO
06 (ADRIANO) NEOELITISMO
Referências obrigatórias:
4.       MILLS, C. Wright. A elite do poder. 4ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981, caps. I (As altas rodas), X (O diretório político) e XII (A elite do poder). (comentário)
DOMHOFF, William G. Does It Matter Who Governs? (chap. 2) e Class Segments and Trade Policy, 1917-1962: a Challenge to Pluralists and Structural Marxists (chap. 8). In: _____. The Power Elite and the State: How Policy is Made in America. New York: Aldine de Gruyter, 1990, p. 17-28; e p. 205-224.
HIGLEY, John and PAKULSKI, Jan. Elite Theory versus Marxism: The Twentieth Century Verdict. In: John Higley and György Lengyel (eds.). Elites After State Socialism. Lanham: Rowman & Littlefield, 2000, p. 229-241.

Referências complementares:
BACHRACH, Peter. The Theory of Democratic Elitism: A Critique. London: University of London Press, 1969.
BEST, Heinrich. New Challenges, New Elites? Changes in the Recruitment and Career Patterns of European Representative Elites. Comparative Sociology, vol. 6. nos. 1-2, p. 85-113, 2007.
DALOZ, Jean-Pascal (2007). Elite Distinction: Grand Theory and Comparative Perspectives. Comparative Sociology, vol. 6. nos. 1-2, p. 27-74, 2007.
LASSWELL, Harold D.; LERNER, Daniel and ROTHWELL, C. Easton. The Elite Concept. In: Peter Bachrach (ed.), Elites in a Democracy. New York: Atherton Press, 1971, p. 13-26.

MAIO
13 (ADRIANO) PLURALISMO
Referências obrigatórias:
5.       DAHL, Robert. Who Governs? Democracy and Power in an American City. New Haven: Yale University Press, 1961, p. 1-8, 89-103, 223-228, 271-275. (comentário)
BEALEY, Frank. Democratic Elitism and the Autonomy of Elites. International Political Science Review, vol. 17, no. 3, p. 319-331, 1996.
GOULD, V. Roger. Power and Social Structure in Community Elites. Social Forces, vol. 68, no. 2, p. 531-552, Dec. 1989.
POLSBY, Nelson W. How to Study Community Power: The Pluralist Alternative. Journal of Politics, Vol. 22, No. 3, Aug., 1960, p. 474-484.

Referências complementares:
BERGER, Peter L. and LUCKMANN, Thomas. Aspects sociologiques du pluralisme. Archives des sciences sociales des religions, no. 23, p. 117-127, 1967. http://bit.ly/AvozH7
GRAZIANO, Luigi. Le pluralisme. Une analyse conceptuelle et comparative . Revue française de science politique, vol. 46, no. 2, p. 195-224, 1996. http://bit.ly/z4px8u
GUNNELL, John G. The Genealogy of American Pluralism: From Madison to Behavioralism. International Political Science Review, vol. 17, no. 3, p. 253-265, 1996.
ZUNZ, Olivier. Genèse du pluralisme américain. Annales. Économies, Sociétés, Civilisations, vol. 42, no. 2, p. 429-444, 1987. http://bit.ly/zJtcpj

MAIO
20 (ADRIANO) NEOCORPORATIVISMO
Referências obrigatórias:
6.       ARAÚJO, Ângela M. C.; TÁPIA, Jorge R. B. Corporativismo e neocorporativismo: exame de duas trajetórias. BIB – Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, Rio de Janeiro, vol. 32, no. 32, p. 3-30, 1991. http://bit.ly/10HDsRR (comentário)
OFFE, Claus. The attribution of public status to interest groups: observations on the West Germany case. In: BERGER, Suzanne (ed.). Organizing Interest in Western Europe. Cambridge: Cambridge University Press, 1981.
CAWSON, Allan. ¿Hay una teoría corporativista del Estado? Zona Abierta, Madrid, no. 67/68, p. 109-136, 1994.

Referências complementares:
CAWSON, Allan. (ed.). Organized Interests and the State: Studies in Meso-Corporatism. London: Sage, 1985.
CORTES, Soraya Vargas; GUGLIANO, Alfredo. Entre neocorporativistas e deliberativos: uma interpretação sobre os paradigmas de análise dos fóruns participativos no Brasil. Sociologias, vol. 12, no. 24, p. 44-75, ago. 2010. http://bit.ly/wMN05l
JOBERT, Bruno. L'État en action. L'apport des politiques publiques. Revue française de science politique, 35e année, no. 4, p. 654-682, 1985. http://bit.ly/zDQosw
LEMBRUCH, Gerhard; SCHMlTTER, Philippe C. Patterns of Corporatist Policy-Making. London: Sage, 1982.
SCHMITTER, Philippe C. Reflections on where the theory of neocorporatism has gone and where the praxis of neocorporatism may be going. In: LEMBRUCH, G.; SCHMITTER, C. (eds.). Patterns of Corporatist Policy-Making. London: Sage, 1982.
SCHMITTER, Phillipe. Modes of interest intermediation and models of societal change in Western Europe. In: Schmitter, Philippe C.; Lehmbruch, Gerhard. Trends toward Corporatist Intermediation. London and Beverly Hills: Sage Publications, 1979, p. 63-94.

MAIO
27 (ALEX) TEORIA DA ESCOLHA RACIONAL
Referência obrigatória:
7.       DOWNS, Anthony. Introdução; Cap. 2 – Motivação partidária e a função do governo na sociedade; Cap. 3 – A lógica básica do voto; Cap. 4 – A lógica básica da tomada de decisão governamental. In: Uma teoria econômica da democracia. São Paulo: EDUSP, 1999 (p. 25-96). (comentário)
FEREJOHN, John e PASQUINO, Pasquale. A teoria da escolha racional em Ciência Política: Conceitos de racionalidade em teoria política. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, Vol. 16, no. 45, fevereiro/2001. http://bit.ly/AfjU18

Referências complementares:
ALMOND, Gabriel. La teoria de la elección racional y las ciencias sociales. In: Una disciplina segmentada: Escuelas y corrientes en las ciencias políticas. México: Fondo de Cultura Económica, 1999.
BAERT, Patrick. Algumas limitações das explicações da escolha racional na Ciência Política e na Sociologia. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, vol. 12, no. 35, fev. 1997. http://bit.ly/y6o5Dj
BECKER, G.C. The Economic Approach to Human Behavior. Chicago: Chicago University Press, 1976.
BUCHANAN, James M. Cost and Choice: An Inquiry in Economic Theory. Chicago: Chicago University Press, 1969.
BUCHANAN, James M. e TULLOCK, Gordon. The Calculus of Consent: Logical Foundations of Constitutional Democracy. Michigan University Press, 1965.
COLEMAN, J. Foundations of Social Theory. Cambridge: Harvard University Press, 1990.
JOHN, P. Rational Choice Theory. In: Analyzing Public Policy. London: Continuum, 2000.
REIS, Fábio Wanderley. Identidade, política e a teoria da escolha racional. In: Mercado e utopia. Rio de Janeiro: CEPS, 2009.

JUNHO
03 (ALEX) TEORIA DA ESCOLHA RACIONAL
Referências obrigatórias:
8.       OLSON, Mancur. Cap. 1 – Uma teoria dos grupos sociais e das organizações. In: A lógica da ação coletiva. São Paulo: EDUSP, 1999, p. 17-64. (comentário)
BORGES, André. Democracia vs. Eficiência: A teoria da escolha pública. Lua Nova, São Paulo, no. 53, 2001. http://bit.ly/xL6Z10

Referências complementares:
ELSTER, J. (ed.). Rational Choice. Nova York: New York University Press, 1986.
ELSTER, Jon. Marxismo, funcionalismo e teoria dos jogos – argumentos em favor do individualismo metodológico. Lua Nova, São Paulo, no. 17, junho 1989. http://bit.ly/xRABkq
HARDIN, Russell. Rational Choice Theories. In: BALL, T. (ed.). Idioms of Inquiry. Critique and Renewal in Political Science, Albany: State University of New York Press, 1987.
MUELLER, D. C. Public Choice II. Rev. ed. Cambridge/New York: Cambridge University Press, 1989.
PRZEWORSKI, Adam. Marxismo e escolha racional. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, n.6, 1988. http://bit.ly/AmaZOR
PRZEWORSKY, Adam. O Governo do Povo. In: _____. Estado e economia no capitalismo. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1995.
ROEMER, John E. O marxismo da “escolha racional”: algumas questões de método e conteúdo. Lua Nova, São Paulo, no. 19, novembro 1989. http://bit.ly/AzdWEe

JUNHO
10 (ALEX) NEO-INSTITUCIONALISMO: INTRODUÇÃO; O NEO-INSTITUCIONALISMO SOCIOLÓGICO
Referências obrigatórias:
9.       HALL, Peter A. e TAYLOR, Rosemary C. R. As três versões do neo-institucionalismo. Lua Nova, São Paulo, nº 53, 2003. (comentário) http://bit.ly/zJLhT6
10.    MARCH, James G. e OLSEN, Johan P. Neo-institucionalismo: fatores organizacionais na vida política. Rev. Sociol. Polít., Curitiba, v. 16, no. 31, p. 121-142, nov. 2008. (comentário) http://bit.ly/ybflXs

Referências complementares:
CAVALCANTE, Pedro. Descentralização das políticas públicas sob a ótica neoinstitucional: uma revisão da literatura. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, vol. 45, no. 6, p. 1781-1804, nov./dez. 2011. http://bit.ly/xJs269
FLIGSTEIN, Neil. The Transformation of Corporate Control. Harvard University Press, 1990.
FREY, Klaus. Políticas Públicas: Um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Planejamento e Políticas Públicas, no. 21, Junho de 2000. http://bit.ly/zaYqXQ [PDF]
HALL, Peter. Governing the Economy: The Politics of State Intervention in Britain and France. New York: Oxford University Press, 1986.
JOHN, P. Institutional Approaches. In: Analysing Public Policy. London: Continuum, 2000. Cap. 3.
MARCH, J. e OLSEN, J. P. Rediscovering Institutions. The Organizational Basis of Politics. New York: Free Press, 1989.
MARCH, J. G. e OLSEN, J. P. Ambiguity and Choice in Organizations. Bergen: Universitetsforlager, 1976.
PRZEWORSKI, Adam. A última instância. As instituições são a causa primordial do desenvolvimento econômico? Novos Estudos, São Paulo, nº 72, julho de 2005. http://bit.ly/xoqKDL
TAPIA, Jorge R. B. e GOMES, Eduardo R. Ideias, interesses e mudanças institucionais. Tempo Social, Revista de Sociologia da USP, São Paulo, v. 20, no. 1, 2008. http://bit.ly/xiBnJe
THÉRET, Bruno. As instituições entre as estruturas e as ações. Lua Nova, São Paulo, no. 58, 2003. http://bit.ly/ycP38H [PDF]

JUNHO
17 (ALEX) NEO-INSTITUCIONALISMO DA ESCOLHA RACIONAL
Referências obrigatórias:
11.    TSBELIS, George. Cap. 2 – Em defesa do enfoque da escolha racional. In: Jogos Ocultos – Escolha racional no campo da política comparada. São Paulo: EDUSP, 1998, p. 33-56. (comentário)
SHEPSLE, Kenneth A. Estudiando las instituciones: Algunas lecciones del enfoque de la elección racional. Revista Uruguaya de Ciencia Politica, Montevideo, 16, 2007.

Referências complementares:
ANDREWS, Christina W. Implicações teóricas do novo institucionalismo: uma abordagem habermasiana. Dados, Rio de Janeiro, Vol. 48, no 2, 2005, p. 271-300. http://bit.ly/w5Ycqo
FEREJOHN, John A. e FIORINA, Morris P. Purposive Models of Legislative Behavior. American Economic Review. Papers and Proceedings of the Eighty-seventh Annual Meeting of the American Economic Association, vol. 65, no. 2, May 1975, p. 407-415.
NORTH, Douglas. An Introduction to Institutions and Institutional Change; Cooperation: The Theoretical Problem; The Behavioral Assumptions in a Theory of Institutions. In: Institutions, Institutional and Economic Performance. Cambridge: Cambridge University Press, 1990, p. 03-26.
OSTROM, Elinor. Rational Choice Theory and Institutional Analysis: Toward Complementarity. American Political Science Review, v. 85, no. 1, mar. 1991.
OSTROM, Elinor. Rational Choice Theory and Institutional Analysis: Toward Complementarity. American Political Science Review, v. 85, no. 1, mar. 1991.
PIERSON, P. When Effect Becomes Cause: Policy Feedback and Political Change. World Politics, vol. 45, no. 4, 1993, p. 596-628.

JUNHO
24 (ALEX) NEO-INSTITUCIONALISMO HISTÓRICO
Referências obrigatórias:
12.    SKOCPOL, Theda. Bringing the State Back In: Strategies of Analysis in Current Research. In: EVANS, Peter; RUESCHEMEYER, Dietrich; e SKOCPOL, Theda. Bringing the State Back In. Cambridge: Cambridge University Press, 1985. (comentário)
ROCHA, Carlos Vasconcelos. Neoinstitucionalismo como modelo de análise para as políticas públicas – algumas observações. Civitas, Porto Alegre, vol. 5, no. 1, jan.-jun. 2005, p. 11-28. http://bit.ly/zb9fzx [PDF]

Referências complementares:
IKENBERRY, John. Conclusion: An Institutional Approach to American Foreign Economic Policy. International Organization, vol. 42, no. 1, Winter 1988, p. 219-243.
IMMERGUT, Ellen M. Health Politics. Interests and Institutions in Western Europe. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
IMMERGUT, Ellen M. The Theoretical Core of the New Institutionalism. Politics & Society, vol. 26, no. 1, March 1998, p. 5-34.
KRASNER, Stephen D. Approaches to the State: Alternative Conceptions and Historical Dynamics. Comparative Politics, vol. 16, no. 2, p. 226-246, Jan. 1984.
SKOCPOL, Theda e FINEGOLD, Kenneth. State Capacity and Economic Intervention in the Early New Deal. Political Science Quarterly, 97 (2): 255-278. 1982.
SKOCPOL, Theda. Protecting Soldiers and Mothers: The Political Origins of Social Policy in the United States. Cambridge: Harvard University Press, 1995.
SKOCPOL, Theda. Social History and Historical Sociology: Contrasts and Complementarities. Social Science History, v. 11, no. 1, p. 17-30, 1987.
SKOCPOL, Theda. Why I Am an Historical Institutionalist. Polity, v. 28, no. 1, p. 103-106, 1995.
STEINMO, Sven, THELEN, Kathlen e LONGSTRETH, Frank. (eds.). Structuring Politics: Historical Institutionalism in Comparative Analysis. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.

JULHO
01 (ALEX) ABORDAGENS COGNITIVAS
Referências obrigatórias:
13.    FARIA, Carlos A. P. de. Ideias, conhecimento e políticas públicas: um inventário sucinto das principais vertentes analíticas recentes. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo, vol.18, no. 51, p. 21-9, fev. 2003. (comentário) http://bit.ly/wllWqi
SABATIER, Paul A. and WEIBLE, Christopher M. The Advocacy Coalition Framework: Innovations and Clarifications. In: Theories of the Policy Process. Second Ed. Boulder: Westview Press, 2007.

Referências complementares:
BENNET, Colin J. The Lessons of Learning: Reconciling Theories of Policy Learning and Policy Change. Policy Sciences, vol. 25, no. 3, 1992.
DOWDING, Keith. Model or Metaphor? A Critical Review of the Policy Network Approach. Political Studies, 43 (1): 136-158, 1995.
GOLDSTEIN, J. & KEOHANE, Robert. Ideas and Foreign Policy: Beliefs, Institutions and Political Change. Ithaca: Cornell University Press, 1993.
HAAS, Peter M. Introduction: Epistemic Communities and International Policy Coordination. International Organization, Vol. 46, No. 1, Knowledge, Power, and International Policy Coordination, Winter, 1992, p. 1-35.
HALL, Peter A. Policy Paradigms, Social Learning, and the State: The Case of Economic Policy Making in Britain. Comparative Politics, vol. 25, no. 3, 1993, p. 275-296.
KINGDON, John. How Does an Idea’s Time Come?; Participants on the Inside of Government. In: Agendas, Alternatives and Public Policies. Boston: Little Brown, 1984.
SABATIER, Paul A. An Advocacy Coalition Framework of Policy Change and the Role of Policy-Oriented Learning Therein. Policy Sciences, vol. 21, no. 2/3, 1988, p. 129-168.
SABATIER, Paul A. and JENKINS-SMITH, Hank C. The Advocacy Coalition Framework: An Assessment. In: SABATIER, Paul. (ed.). Theories of the Policy Process. Boulder: Westview Press, 1999.
SUREL, Yves. The Role of Cognitive and Normative Frames in Policy-Making. Journal of European Public Policy, vol. 7, no. 4, 2000.
ZAHARIADIS, Nikolaos. The Multiple Streams Framework. Structure, Limitations, Prospects. In: SABATIER, Paul A. Theories of the Policy Process.  Second Edition. Boulder: Westview Press, 2007.

JULHO
08 (ADRIANO) INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
Referências obrigatórias:
14.    GOODIN, Robert E.; MORAN, Michael and REIN, Martin. Overview of Public Policy: The Public and Its Policies. In: Robert E. Goodin (ed.). The Oxford Handbook of Political Science. Oxford: Oxford University Press, 2009, p. 885-918. (comentário)
15.    LOWI, Theodore. American Business, Public Policy, Case-Studies, and Political Theory. World Politics, vol. 16 no. 4, p. 677-715, 1964. (comentário)
CAPELLA, Ana Claudia N. Perspectivas teóricas sobre o processo de formulação de políticas públicas. BIB – Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, no. 61, p. 25-52, 2006. http://bit.ly/16BtpkD
DYE, Thomas D. Mapeamento dos modelos de análise de políticas públicas. In: HEIDERMAN, Francisco G. e SALM, José Francisco. Políticas públicas e desenvolvimento: bases epistemológicas e modelos de análise. Brasília: Editora UnB, 2009, p. 99-132. http://bit.ly/wDWvBM
GREENBERG George D. et al. Developing Public Policy Theory: Perspectives from Empirical Research. American Political Science Review, vol. 71, no. 4, p. 1532-1543, Dec. 1977.

Referências complementares:
DYE, Thomas R. Understanding Public Policies. 12th ed. New Jersey: Pearson Prentice Hall, 2008.
FARIA, Carlos Aurélio Pimenta de. A política da avaliação de políticas públicas. Rev. bras. Ci. Soc., São Paulo, v. 20, no. 59, out. 2005. http://bit.ly/AysrcX
HECKATHORN Douglas D. and MASER Steven M. The Contractual Architecture of Public Policy: A Critical Reconstruction of Lowi's Typology. The Journal of Politics, vol. 52 no. 4, p. 1101-1123, Nov. 1990.
LABRA, Maria Eliana. Análise de políticas, modos de policy-making e intermediação de interesses: uma revisão. Physis, vol. 9, no. 2, p.131-166, Dez. 1999. http://bit.ly/z03mWR
LOBATO, Lenaura. Algumas considerações sobre a representação de interesses no processo de formulação de políticas públicas. In: Enrique Saravia e Elisabete Ferrarezi (orgs.). Políticas públicas. Brasília: ENAP, 2006. http://bit.ly/w7SJL0
LOWI, Theodore J. Four Systems of Policy, Politics, and Choice. Public Administration Review, vol. 32, no. 4, p. 298-310, Jul-Aug 1972.
MONTEIRO, Jorge Viana. O processo decisório de política. In: Enrique Saravia e Elisabete Ferrarezi (orgs.). Políticas públicas. Brasília: ENAP, 2006. http://bit.ly/w7SJL0
MONTEIRO, Jorge Viana. Os níveis de análise de políticas públicas. In: Enrique Saravia e Elisabete Ferrarezi (orgs.). Políticas públicas. Brasília: ENAP, 2006. http://bit.ly/w7SJL0
MULLER, Pierre. Un schéma d'analyse des politiques sectorielles. Revue française de science politique, 35e année, no. 2, p. 165-189,1985. http://bit.ly/zEHpdL
SOUZA, Celina. Políticas Públicas: uma revisão da literatura. Sociologias, ano 8, no. 16, p. 20-45 jul/dez. 2006, http://bit.ly/w0M0lb

AVALIAÇÃO
O curso está organizado com base em aulas expositivas, conferências de professores do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e comentários de textos (15 comentários no total).
Todos os estudantes devem enviar, ANTES DA AULA INDICADA, por e-mail, questões e comentários sobre os textos indicados como referência obrigatória no programa de curso para o grupo de discussão polpub2013@googlegroups.com. A participação em aula também será computada para a avaliação.
Haverá também um ensaio final, que terá maior peso na avaliação.

Resumo do calendário:
ABRIL
08 (APRESENTAÇÃO - ADRIANO/ALEX): A CIÊNCIA POLÍTICA E A ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
15 (ADRIANO 1) NEO-MARXISMO: O ESTADO CAPITALISTA
22 NÃO HAVERÁ AULA
29 (ADRIANO 2) NEO-MARXISMO: OS AGENTES ESTATAIS

MAIO
06 (ADRIANO 3) NEO-ELITISMO
13 (ADRIANO 4) PLURALISMO
20 (ADRIANO 5) NEOCORPORATIVISMO
27 (ALEX 1) TEORIA DA ESCOLHA RACIONAL

JUNHO
03 (ALEX 2)  TEORIA DA ESCOLHA RACIONAL
10 (ALEX 3) NEO-INSTITUCIONALISMO: INTRODUÇÃO; NEO-INSTITUCIONALISMO SOCIOLÓGICO
17 (ALEX 4) NEO-INSTITUCIONALISMO DA ESCOLHA RACIONAL
24 (ALEX 5) NEO-INSTITUCIONALISMO HISTÓRICO

JULHO
01 (ALEX 6) ABORDAGENS COGNITIVAS
07 (ADRIANO 6) INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
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